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Pesar pela morte da professora Fúlvia Rosemberg

A Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as lamenta profundamente a morte da profa. Dra. Fúlvia Rosemberg, psicóloga e escritora,  importante pesquisadora engajada nos debates sobre ações afirmativas e em educação infantil. Pesquisadora sênior da Fundação Carlos Chagas (FCC) e professora titular em Psicologia Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ela também foi coordenadora do Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação da Fundação Ford no Brasil.

Estava no âmbito das ações afirmativas o maior foco de atuação da professora, que iniciou seu trabalho voltado para questões da infância e da literatura infanto-juvenil — é uma crítica do sexismo nas obras do gênero e não poupa o trabalho de Monteiro Lobato. “Expressões como ‘macaca’, que ele usava nos textos para se referir a Tia Nastácia, por exemplo, não seriam jamais aceitas hoje em dia.” Prática social e militância pelas políticas afirmativas, pela igualdade racial, pelas pautas feministas constituíam temas de destaque na atuação da professora.

 

 

Profa. Dra. Nilma Gomes compõe quadro de novos membros do Conselho Nacional de Educação

Os novos membros do Conselho Nacional de Educação (CNE) foram designados em 11 de setembro de 2014 por meio de um decreto da Presidência da República publicado no Diário Oficial da União (DOU). O CNE é um órgão independente associado ao Ministério da Educação (MEC) e tem, como missão, aprimorar e consolidar a Educação nacional de qualidade, assegurando a participação da sociedade.

O decreto reconduz para o cargo de membro da Câmara de Educação Básica (CEB) as seguintes conselheiras: Malvina Tânia Tuttman, ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e ex-reitora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio); Nilma Lino Gomes, pedagoga e reitora pro tempore da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), e Rita Gomes do Nascimento, coordenadora geral da Educação Escolar Indígena na Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC.

Na Câmara de Educação Superior (CES), foram reconduzidos Gilberto Gonçalves Garcia, ex-reitor da Universidade São Francisco (USF), e Arthur Roquete de Macedo, ex-vice-reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Entre os novos nomes que foram designados (ou seja, de pessoas que estavam fora do conselho atualmente), está o de Cesar Callegari na CEB. Callegari é ex-membro do CNE e atual secretário de Educação da cidade de São Paulo.
Na CES ingressaram Paulo Barone, também ex-membro do CNE e professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); Joaquim José Soares Neto, ex-presidente do Inep e professor da (UnB); Márcia Ângela da Silva Aguiar, pedagoga e professora titular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Yugo Okida, vice-reitor de pós-graduação e pesquisa da Universidade Paulista (Unip).

Nas duas câmaras, os mandatos são de quatro anos. Com a sua composição completa, o CNE pode se reunir a partir do próximo mês.

Para ler o decreto completo, clique aqui.

Para entender como funciona o CNE, clique aqui.

Fonte: MEC

Chamada - Saúde da População Negra no Brasil

A presente Chamada tem por objetivo geral selecionar propostas para apoio financeiro a projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação que visem a contribuir significativamente para o desenvolvimento científico, tecnológico e a inovação do país, através da realização de estudos de avaliação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, visando à produção de conhecimentos para o aperfeiçoamento e a efetiva implementação de ações de promoção da saúde da população negra no Brasil, excelência dos serviços de atenção básica, de média e alta complexidade no âmbito do Sistema Único de Saúde.

As propostas devem observar as condições específicas estabelecidas na parte II - Regulamento, anexa a esta chamada pública, que determina os requisitos relativos ao proponente, cronograma, recursos financeiros a serem aplicados nas propostas aprovadas, origem dos recursos, itens financiáveis, prazo para execução dos projetos, critérios de elegibilidade, critérios e parâmetros objetivos de julgamento e demais informações necessárias.

Inscrições: 25/08/2014 a 09/10/2014.
Maiores informações em: CNPQ

Espaço garante a participação do público na construção do Plano Setorial para a Cultura Afro-brasileira

Está no ar a plataforma digital que facilita a comunicação entre os cidadãos e os responsáveis pela formulação do Plano Setorial para a Cultura Afro-brasileira. Por meio desse espaço, será possível enviar sugestões, opiniões, contribuições e participar ativamente das atividades que envolvem a construção da política pública. Para colaborar, basta acessar o formulário no link:  http://www.palmares.gov.br/?page_id=33774

A ficha conta com perguntas sobre como os cidadãos avaliam a cena cultural negra na região em que vivem, o que ainda necessita de mudanças e como isso poderia ser feito. O objetivo é que, por meio desses questionamentos, seja possível identificar as principais necessidades dos agentes culturais afro-brasileiros.

Na área, o público também tem acesso a agenda das reuniões que estão acontecendo pelo Brasil, ao caderno de apoio do Plano Setorial, assim como informações relacionadas.

Plano Setorial para a Cultura Afro-brasileira – Tem o objetivo de cumprir a Meta 46 do Plano Nacional de Cultura. Visa realizar um conjunto de atividades de subsídio para a construção da política nacional para a cultura afro-brasileira, organizando ações de formação e articulação institucional para a ampliar o debate nos estados brasileiros.

A construção do Plano é uma parceria entre a Fundação Cultural Palmares (FCP-MinC), o Colegiado Setorial Afro-brasileiro do CNPC (Conselho Nacional de Políticas Culturais) e as representações de cultura em cada estado brasileiro.

Contribua: http://www.palmares.gov.br/?p=32089/

Fonte: Fundação Cultural Palmares

   

Morre Mercedes Baptista, primeira bailarina negra do Theatro Municipal do Rio

 

Pioneira, Mercedes Batista foi a primeira bailarina negra a dançar no Theatro Municipal. Referência na dança afro-brasileira, mais do que uma bailarina, ela foi uma militante da arte, da cultura e da identidade do negro brasileiro

Uma das maiores representantes da cultura negra nos grandes palcos, a bailarina Mercedes Baptista morreu na noite desta segunda (18), no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito por Olivier Luciano, presidente da Acadêmicos do Cubango, escola de samba pela qual a bailarina foi homenageada em 2008, sob o enredo “Mercedes Baptista: de passo a passo, um passo”. Ainda não se sabe a causa da morte.

Mercedes Baptista nasceu em 1921, no município de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Era viúva e não tinha filhos. Seu corpo será cremado no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju. O horário da cerimônia ainda não foi definido.

Dos sonhos aos palcos – Primeira bailarina negra do Corpo de Baile do Theatro Municipal, Mercedes sempre contava como conseguiu a realização de seu sonho. A moça que já havia trabalhado em diversas atividades profissionais, decidiu dedicar-se a dança. As primeiras lições de ballet clássico vieram em 1945 e três anos depois, Mercedes ingressou no Corpo de Baile do Theatro Municipal a partir de um concurso.

Logo na seleção, sentiu na pele a discriminação que procurava afastá-la dos palcos. No teste que consistia de cinco etapas, Mercedes não foi avisada da última prova para mulheres. Soube que disputaria com os homens, fato que não a fez desistir e que serviu para que demonstrasse ainda mais seu talento.

Coreografando verdades – Sua formação na companhia e escola de dança Katherine Dunham certamente definiu os rumos do trabalho que desenvolveu no Brasil e que a colocou como a principal precursora da dança afro-brasileira. Na década de 1960, uniu sua formação erudita com a valorização da cultura negra, lançando o balé afro. Coreografou em detalhes as danças de terreiros e incluiu nos espetáculos instrumentos tradicionais das casas de axé.

Em 1963 inseriu a dança clássica no desfile da escola de samba Salgueiro, do Rio de Janeiro. Foi coreógrafa da Comissão de Frente, que dançou o minueto, num cenário composto com a igreja da Candelária ao fundo. O Salgueiro ganhou o Carnaval, com um desfile que se tornou referência, influenciando e mudando o rumo dos desfiles das escolas de samba.

Sua história de luta e superação também foi tema do livro “Mercedes Baptista – A criação da identidade negra na dança”, do escritor Paulo Melgaço. A obra apresenta como a dançarina clássica foi importante referência à valorização da cultura brasileira de matriz africana e na luta pela reafirmação do negro como artista.

Fonte: Fundação Cultural Palmares

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