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Seminário discute direitos culturais negros

O Seminário de Direitos Culturais Negros acontecerá no dia 27 de novembro deste ano, quinta-feira, no Auditório da FCP, em Brasília/DF. O evento é organizado pela Fundação Cultural Palmares (FCP – MinC), em parceira com a Defensoria Pública da União (DPU). A atividade vai discutir a inclusão da população afro-brasileira na produção, difusão e democratização do acesso ao fomento e a participação na constituição de políticas públicas de cultura. 

O Seminário será dividido em três momentos de discussão, com os seguintes temas: Legitimidade, manutenção e difusão das culturas negras, e Territórios das memórias afro-brasileiras. O local também será palco para a abertura da “1ª Jornada de Estudos de Direitos Culturais Negros”, composta por uma série de debates sobre assuntos relacionados à cultura afro-brasileira.

Cultura: Direito Fundamental – De acordo com Lindivaldo Júnior, diretor de Fomento e Promoção à Cultura Afro-brasileira da Fundação Palmares, o Seminário vai tornar possível uma aproximação entre os operadores de direito e os agentes culturais. 

Igualdade racial – De acordo com Bernardina Leal, coordenadora do Projeto DPU Cultural, o seminário visa agregar uma discussão cultural negra no âmbito jurídico, assunto não abordado pontualmente.

Resumo

O que: Seminário de Direitos Culturais Negros

Quando: 27 de novembro de 2014

Onde: Auditório da Fundação Cultura Palmares

Endereço: Quadra 601 norte – SGAN- Lote L – Ed. ATP –  Brasília/DF

Horário: A partir das 09hs   

Confira a programação no site!

Texto: Júlia Bernardi, com informações da Fundação Cultural Palmares

Roda da Capoeira recebe título de Patrimônio Imaterial da Humanidade

 

            A roda de Capoeira, uma das manifestações culturais mais conhecidas no Brasil e no mundo, recebeu, nesta quarta-feira (26), o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), foi responsável pela oficialização do título.

            Após a votação durante a 9ª sessão do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Imaterial, a Capoeira recebeu a designação. Além de diplomatas da delegação brasileira e de diretores do Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), capoeiristas acompanharam a sessão, entre eles: os mestres Cobra Mansa, Pirta, Peter, Paulão Kikongo, Sabiá e a Mestra Janja. O som do atabaque e do berimbau foram essenciais na escolha dos representantes que tomaram a decisão ontem na sede da Unesco, em Paris.  

Com o título, a prática cultural afro-brasileira que é, ao mesmo tempo, luta, dança, esporte e arte, reúne-se ao Samba de Roda do Recôncavo Baiano (BA), à Arte Kusiwa- Pintura Corporal (AP), ao Frevo (PE) e ao Círio de Nazaré (PA), também reconhecidos pela organização.

O Patrimônio Cultural Imaterial abrange expressões de vida e tradições de toda parte do mundo que passam de geração após geração. Segundo a Unesco, embora procure manter uma identidade e continuidade, esse patrimônio é vulnerável porque muda constantemente. Por isso, a comunidade internacional adotou a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial em 2003.

 

Roda de Capoeira 

A Capoeira se originou no século XVII, em pleno período escravista, como forma de sociabilidade e solidariedade entre os africanos escravizados. Isso foi uma estratégia para lidarem com o controle e a violência. Hoje, é um dos maiores símbolos da identidade brasileira e está presente em todo território nacional, além de ter praticantes em mais de 160 países.

A Roda de Capoeira e o Ofício dos Mestres de Capoeira tiveram o reconhecimento do Iphan como Patrimônio Cultural Brasileiro em 2008 e estão inscritos, respectivamente, no Livro de Registro das Formas de Expressão e no Livro de Registro dos Saberes.

  Texto: Júlia Bernardi, com informações do Ministério da Cultura

  Fotos: Divulgação/Edgar de Souza/G1

UENF lança edital de pós-graduação com cotas

 

A Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) disponibilizou no dia 10 de novembro deste ano, no site da Pró-Reitoria, o Edital de Seleção para Pós-Graduação 2015. O documento contempla as reservas de vagas estabelecidas pela Lei Estadual 6.914/2014. As inscrições ficam abertas até dia 9 de janeiro de 2015. A Universidade fica na cidade de Campos dos Goytacazes no estado do Rio de Janeiro. 

O edital inclui 13 programas de pós-graduação: Biociências e Biotecnologia, Ciência Animal, Ciências Naturais, Cognição e Linguagem, Ecologia e Recursos Naturais, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia de Reservatório e de Exploração, Engenharia e Ciência dos Materiais, Genética e Melhoramento de Plantas, Políticas Sociais, Produção Vegetal e Sociologia Política.

A documentação para inscrição, independentemente de cotas, é: requerimento de inscrição (modelo próprio); cópia do diploma de curso superior com duração plena ou documento equivalente; cópia do diploma de mestrado ou documento equivalente, para os candidatos ao doutorado; histórico escolar do curso superior; histórico escolar do mestrado, para os candidatos ao doutorado; curriculum vitae documentado; três cartas de referência (modelo próprio) subscritas por pessoas ligadas à formação universitária do candidato ou às suas atividades profissionais (encaminhamento à Coordenação do respectivo programa); duas fotos 3x4; cópia da carteira de identidade e do CPF; e comprovante de pagamento da taxa de inscrição de R$ 50,00 em qualquer agência Bradesco, conta Nº 302-6, Agência 6898-5, em nome da Universidade.

 Não serão aceitos depósitos em caixa eletrônico. Os modelos  de formulário de inscrição e de carta de referência podem ser baixados no site da Secretaria Acadêmica da UENF. A documentação específica para cotas está descrita no edital, observando o Anexo I. Das vagas disponíveis 12% delas são para graduados negros e indígenas. 

Mais informações no site http://www.uenf.br/ 

Júlia Bernardi, com informações da UENF

ABPN reeleita ao CNPIR - Biênio 2014-2016

A ABPN foi reeleita nos dias 13 e 14 de novembro a compor o Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial – CNPIR (Biênio 2014-2016), função que exerce desde a criação do Conselho em 2012. Das 19 (dezenove) vagas do CNPIR destinadas a redes e organizações da sociedade civil habilitadas conforme o item 3.4 do Edital nº 04/2014, 3 (três) vagas destinam-se ao eixo População Negra, Temáticas - Comunicação, educação, pesquisa, meio ambiente ou saúde, na qual a ABPN se inscreveu e obteve resultado positivo na eleição.

Presidido pelo(a) ministro(a) da Secretaria de Políticas de de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR-PR), o Conselho Nacional de Políticas de Igualdade Racial (CNPIR) é um órgão colegiado, de caráter consultivo e integrante da estrutura básica da SEPPIR. O órgão tem como finalidade propor, em âmbito nacional, políticas de promoção da Igualdade Racial com ênfase na população negra e outros segmentos raciais e étnicos da população brasileira. Além do combate ao racismo, o CNPIR tem por missão propor alternativas para a superação das desigualdades raciais, tanto do ponto de vista econômico quanto social, político e cultural, ampliando, assim, os processos de controle social sobre as referidas políticas.

O CNPIR é composto por 22 órgãos do Poder Público Federal, 19 entidades da sociedade civil, escolhidas através de edital público, e por três notáveis indicados pela SEPPIR.

Confira as demais organizações eleitas para o CNPIR.

Com informações de SEPPIR e CNPIR

Igualdade de gênero para as mulheres negras ainda parece sonho

Por Claudia Belfort no Ponte - Há um abismo a ser vencido pelas mulheres negras (pretas e pardas) quando se trata de igualdade de gênero no Brasil. Além das diferenças em relação aos homens, suas condições de vida quando comparadas às das brancas ainda estão longe de serem equivalentes. É uma dupla desigualdade.

Mesmo os avanços na realidade socioeconômica das brasileiras registrados entre 2000 e 2010, segundo dados do IBGE, especialmente na educação e na participação no mercado de trabalho, não foram suficientes para trazer a população feminina negra a patamares próximos das mulheres brancas.

Relatório Estatísticas de Gênero – Uma análise dos resultados do Censo Demográfico 2010, produzido pelo IBGE, divulgado recentemente, mostra que elas continuam atrás em renda, escolarização, qualidade do trabalho e saneamento. E as distâncias não são pequenas.

As negras são menos escolarizadas, 6,71% concluíram o ensino superior, enquanto entre as brancas o índice é de 17,7%. O rendimento mensal dessa parcela de brasileiras (R$ 726,85) equivale à metade do das brancas (R$ 1396,32) e a 1/3 do dos homens brancos (R$ 2086,41). A situação se inverte quando se trata de contribuição em relação ao rendimento familiar. As negras entram com 42% contra 39,7% das brancas.

A qualidade do trabalho também é distante, elas são maioria entre as empregadas domésticas, entre as que trabalham sem carteira assinada e minoria entre as empregadoras.

Os dados coincidem com uma pesquisa da professora Maria Rosa Lombardi, da Fundação Carlos Chagas, apresentada no Seminário Gênero, Raça e Pobreza, realizado pela FGV Direito, em São Paulo, na semana passada.

“As mulheres negras estão na base da pirâmide de rendimento nos setores formal e informal afirmou. “O homem negro sofre a discriminação por raça, a mulher sofre por raça e gênero”, completou. Lombardi diz que enquanto a mulher branca precisa provar que é melhor que os homens, a mulher negra antes precisa provar que é melhor que a branca.

Não bastasse tudo isso, enquanto nas áreas urbanas 32,6 milhões de brancas têm acesso a um saneamento básico adequado, esse serviço chega a 24,6 milhões das mulheres negras.

Fonte: Geledés

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