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ABPN lança livro sobre NEABS do Brasil

A ABPN acaba de lançar o livro "O enfrentamento do racismo e preconceito no Brasil: a experiência dos NEABS" organizado por Moisés Santana, Wilma de Nazaré Baía Coelho e Paulino de Jesus Francisco Cardoso. A iniciativa constitui parceria entre a ABPN e o Consórcio de NEABS, garantindo ao público o resultado de uma publicação seminal acerca do Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros e suas lutas políticas e acadêmicas no combate ao racismo e preconceito.

A produção será doada a cada NEAB (1 exemplar) para composição das bibliotecas destes espaços de referência no Brasil.

A obra também será comercializada! Interessados e interessadas na aquisição da obra, não deixem de contactar a ABPN (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ).

Como adquirir: O livro custa R$25,00 reais e será remetido via correio ao comprador ou compradora. Para aquisição, basta realizar depósito ou transferência para a conta da ABPN:

Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as
CNPJ 08.233.564/0001-86
Caixa Econômica Federal
Agência: 3524
C/c: 492-0

Solicitamos encaminhar o comprovante de depósito para nosso e-mail (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ).

Sobre o envio: As remessas serão encaminhadas semanalmente e o prazo de entrega previsto pelo correio varia de 10 a 12 dias, de acordo com a localidade.

Em caso de dúvidas, contate-nos por e-mail (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ) ou no telefone (48)3321-8525.

ABPN partipa da posse do Conselho Nacional de Educação

A professora Renísia Cristina Garcia Filice, Diretora de Áreas Acadêmicas da Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) - ABPN, participou, na terça-feira, 07 de outubro, da solenidade de posse dos novos integrantes do Conselho Nacional de Educação (CNE). No evento, a professora Nilma Lino Gomes, Reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, assumiu novamente a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, empossada pelo ministro da Educação, Henrique Paim.

Durante a cerimônia, Paim destacou a responsabilidade do CNE para definir as diretrizes da educação brasileira e a importância do educador no avanço da educação. “O CNE representa vários setores da educação no Brasil e aponta para a educação como uma política de estado”, afirmou.

Foram reconduzidas ao cargo de conselheiras na Câmara de Educação Básica Malvina Tuttman, Nilma Lino Gomes e Rita Gomes do Nascimento, e tomou posse César Callegari, que já ocupou uma vaga no CNE. A Câmara de Educação Superior recebe os novos conselheiros Joaquim José Soares Neto, Márcia Ângela da Silva Aguiar, Paulo Barone e Yugo Okida, além de ter a recondução de Arthur Roquete de Macedo e Gilberto Garcia.

As posses completam o Conselho Pleno do colegiado, que tem entre seus objetivos formular e avaliar a política nacional de educação. Na ocasião, o conselheiro Gilberto Garcia foi eleito presidente do conselho para os próximos dois anos.

O CNE tem por missão a busca democrática de alternativas e mecanismos institucionais que possibilitem, no âmbito de sua esfera de competência, assegurar a participação da sociedade no desenvolvimento, aprimoramento e consolidação da educação nacional de qualidade.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social - MEC

O PROGRAMA ABDIAS NASCIMENTO DO MEC E OS NÚCLEOS DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS

Por Wilson Roberto de Mattos*

Resultado vitorioso e incontestável das históricas lutas negras por equidade e igualdade racial através de políticas públicas de ação afirmativa, o Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento instituído pelo Ministério da Educação através da SECADI e da CAPES, não obstante o reconhecimento da importância do Programa UNIAFRO, anteriormente coordenado pelo mesmo MEC, configura-se como a primeira grande oportunidade que os Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros, conhecidos como NEABs, têm de alavancar o seu desenvolvimento institucional, ampliar a sua legitimidade no interior da comunidade universitária brasileira e construir parcerias sustentáveis com universidades estrangeiras, não só em atendimento às demandas contemporâneas oficiais por internacionalização da ação universitária, mas, principalmente, pela possibilidade inédita de aproximação qualificada entre instituições distintas que apesar de possuírem projetos, temas e perspectivas políticas comuns de produção, difusão de conhecimentos, de avaliação e intervenção crítica na realidade social, encontram ainda barreiras institucionais, circunstancias e estruturais que impedem -na maioria das vezes, deliberadamente-, essa promissora união. Dentre elas, a histórica barreira da comunicação em língua estrangeira, de pouquíssimo investimento público para sua superação, e a decorrente baixíssima capacidade de articulação internacional. Prerrogativa esta monopolizada por setores educacionalmente, privilegiados da sociedade brasileira, consequentemente, excludente da quase totalidade da população negra, mesmo aquela pequena parcela que já está presente nas universidades, como estudantes e mesmo como professores, salvo as poucas exceções individualizadas que acabam por confirmar a regra.

Dos dois Editais Públicos vinculados ao referido Programa e publicados em maio de 2014 pelo MEC, um voltado para seleção e apoio a projetos pedagógicos de Cursos para Formação Pré-Acadêmica de Acesso à Pós-Graduação e o outro, de apoio a propostas de Projetos Conjuntos de Pesquisa entre Instituições Brasileiras e Estrangeiras com modalidades de Graduação Sanduíche e Doutorado Sanduíche, este último requer uma atenção especial, não obstante a importância estratégica de ambos e a obrigação que nós dos NEABs temos de esgotar a oferta enviando um número superior e qualificado de projetos em atendimento aos dois Editais.

Salvo um improvável engano, pela primeira vez na história da educação superior brasileira, uma ação governamental concertada e articulada com representações públicas, coletivas e legítimas de entidades acadêmicas negras de alcance nacional -a ABPN e o CONNEABs-, disponibiliza uma quantidade significativa de recursos em apoio ao fortalecimento de projetos estratégicos coletivos que, seguramente, responderão pela consolidação dos Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros como órgãos que protagonizarão, agora com mais robustez, o processo, já em curso, de reterritorialização do espaço intelectual e político das universidades públicas no Brasil.

É hora, portanto, de enfrentarmos esse grande desafio. Se não nos falta quadros capacitados de pesquisadores e pesquisadoras negros e negras com capacidade intelectual suficiente para congestionar o protocolo do MEC com o envio de um número considerável de projetos de qualidade em atendimento a esses dois Editais, não há de nos faltar disposição motivadora para vermos, em breve, os nossos pesquisadores e nossas pesquisadoras colorindo os monocromáticos e restritivos espaços institucionais acadêmicos privilegiados de articulação, cooperação, intercâmbios e produção de conhecimentos. Espaços esses onde são recrutadas as elites acadêmicas e políticas que constroem, há mais de um século e de modo exclusivo, as representações hegemônicas do que é e de que forma deve ser conduzida a república democrática brasileira. Sim, nós também podemos. Por que não? Pesquisadores e pesquisadoras dos NEABs, mãos à obra, pois essa oportunidade é rara. Não tenhamos dúvidas.

* Professor Adjunto de História da UNEB/ Campus V. Pós-Doutorando em História Comparada - UFRJ. Coordenador do CONNEABs. Diretor de Relações Institucionais - ABPN

UNFPA e SEPPIR abrem vagas para consultoria em Saúde da População Negra

Estão abertas, até 10 de outubro, as inscrições para interessados(as) em atuar no “Mapeamento sobre estágio de implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra - PNSIPN e Gestores de Saúde da População Negra”. Carta de apresentação, currículo e documentos que comprovem experiência podem ser enviados para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , com o assunto "Estudo sobre implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra".

O contrato tem vigência de 15 de outubro a 20 de março de 2015 e prevê remuneração de R$ 15 mil para o/a profissional selecionado/a, cuja atuação será em São Paulo – SP. O edital é promovido pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República – SEPPIR/PR em parceria com o Fundo de População das Nações Unidas – UNFPA, no âmbito do “BRA5U104 – Projeto Fortalecendo as ações da SEPPIR nas áreas de saúde, políticas para juventude e políticas para comunidades quilombolas”.

Para se candidatar, é necessário ter formação superior, preferencialmente na área de Saúde; cinco a 10 anos de experiência de pesquisa em Saúde Coletiva e/ou Saúde Pública, preferencialmente na área de políticas públicas de saúde. É desejável também possuir experiência anterior de atuação em saúde da população negra (pesquisa e/ou gestão); com Instituições de Governo, Conselhos de Saúde, Conselhos de Secretários de Saúde; e/ou com Agência das Nações Unidas.

Exige-se, ainda, que o(a) candidato(a) tenha conhecimentos básicos sobre o SUS – Sistema Único de Saúde; conheça a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial e Estatuto da Igualdade Racial; possua capacidade de análise e síntese, de comunicação oral e escrita, além de abertura para responder positivamente a diferentes pontos de vista e críticas em relação a sua atuação individual e coletiva, bem como realizar ajustes necessários.

Informações e sensibilidade para acolher e trabalhar com diversidade cultural, étnica e religiosa, de orientação sexual e identidade de gênero, bem como capacidade de organização e cumprimento de prazos, são itens que complementam a lista de requisitos desejáveis.

 

Fonte: Coordenação de Comunicação da SEPPIR

Programa Abdias Nascimento - MEC prorroga seleção de 50 projetos de pesquisa em diversas áreas

Instituições de ensino superior têm um novo prazo, até 30 de outubro, para inscrever projetos de pesquisa sobre igualdade racial, combate ao racismo, valorização da cultura e das línguas indígenas, acessibilidade, inclusão. Confira a retificação do edital.

A iniciativa promovida pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) irá selecionar até 50 propostas no âmbito do Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento. Pretende estruturar, fortalecer e internacionalizar programas de pesquisa e pós-graduação e aumentar o intercâmbio acadêmico entre instituições brasileiras e estrangeiras.

As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas pela internet, mediante preenchimento do formulário de inscrição e envio de documentos eletrônicos na página do programa. Para obter mais informações acesse http://abdiasnascimento.mec.gov.br.

Todas as áreas do conhecimento podem concorrer, mas têm preferência na seleção propostas de promoção da igualdade racial, combate ao racismo, estudo e valorização das especificidades socioculturais e linguísticas dos povos indígenas, acessibilidade e inclusão, difusão do conhecimento da história e cultura afro-brasileira e indígena.

Cada projeto selecionado receberá R$ 2,8 milhões, será contemplado com 14 bolsas de mobilidade internacional, sendo dez bolsas de graduação-sanduíche, com duração de um a 12 meses, e quatro bolsas de doutorado-sanduíche, com duração de quatro a 12 meses.

As atividades nas instituições terão início em 2015 com prazo de dois anos, podendo ter um ano de acréscimo. O resultado da seleção será divulgado no dia 5 de dezembro.

Fonte:

Ministério da Educação 

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