NEAA/UEL

De Neabs

Tabela de conteúdo

Instituição

Núcleo de Estudos Afro-Asiáticos (NEAA) da Universidade Estadual de Londrina

Coordenação

Rosane da Silva Borges

contatos e localização

CTU (Centro de Tecnologia e Urbanismo), sala 1003

Rodovia Celso Garcia Cid | Pr 445 Km 380 | Campus Universitário

Cx. Postal 6001 | CEP 86051-980 | Londrina - PR

Fones: (43)3371-4599 e 4679

Equipe e contatos

Secretárias

Cibele Candeo Leite

Dirce Meneguelli de Sá

Biblioteca

Elza (estagiária)

Assistente de Comunicação

Silvia Castro

Assistente de Educação e Documentação

Vaudice Rodrigues Donizeti

Colaboradores

Profa. Dra. Elena Maria Andrei

Prof. Dr. Fábio Lanza

Profa. Dra. Gizelda Melo do Nascimento

Profa Ms. Juliana Barbosa

Prof. Dr. Sérgio Paulo Adolfo

Profa. Dra. Maria Nilza

Márcia Figueiredo Tokita (recém-formada)

Maria Gisele de Alencar (recém-formada)

Ações e projetos em desenvolvimentos

Educação e Ações Afirmativas

Curso de Especialização Stricto Sensu – História da África e Ações Afirmativas


Agenciar espaços para a valorização dos saberes negros, africanos e brasileiros, assim como prevê a Lei 10.639/03 orientada pela prática de uma educação antirracista. A proposta do Curso, portanto, considera o conhecimento do continente africano, as contribuições da matriz africana para a formação da sociedade brasileira; traz para o debate as questões relativas ao racismo, a violência por ele produzida, bem como as estratégias para combatê-lo; discute projetos educacionais e as possibilidades de ações dos(as) professores(as) como mediadores(as) de uma educação capaz de contemplar todos os saberes de todas as matrizes culturais nas escolas e comunidades; analisa e promove as políticas e ações afirmativas e a atuação dos movimentos sociais organizados.

Público-alvo: as inscrições já estão abertas. O curso atenderá a cinquenta e cinco pessoas.

Curso História da África e Afro-brasileira: vetores de uma educação plural (área de Educação) Este curso é realizado na modalidade a distância, estruturado em oito módulos, em parceria com o LABTED (Laboratório de Tecnologia) da UEL. Objetiva oferecer subsídios teórico-metodológicos para o ensino dessas disciplinas que se tornaram obrigatórias nas escolas por instituição da Lei 10.639/03. É concebido a partir das principais demandas impostas à Universidade e outras instituições de ensino para transpor a falta de referências teóricas no campo de estudos relativo à contribuição do negro na formação da sociedade brasileira. São muitas as demandas que chegam até o NEAA, que vem formulando e executando projetos de formação de professores em modalidade presencial. Implantado neste ano de 2011, o curso de História da África e Afro-brasileira já atendeu 387 professores. Atualmente possui 54 em formação.


Curso de História da África e Afro-brasileira: por uma biblioteca inclusiva

Ementas do Curso a Distância

Sociedade da Informação e do Conhecimento A sociedade do conhecimento e da informação, característica atribuída aos nossos tempos, vem reajustando e acomodando os sujeitos sociais sob pena deles serem ofuscados pelo brilho da sociedade transparente, pela profusão de eventos e ações ocasionada pelo aperfeiçoamento da técnica. Disso decorre que tudo ou quase tudo é partilhado em lapso de tempo muito curto. Informações até então inacessíveis passam a ser veiculadas em tempo real. Quais os desdobramentos imediatos desse panorama para o bibliotecário? Como esse profissional poderá beneficiar-se dessa situação, divisindo suas possibilidades e limites? Este módulo visa discutir os limites da sociedade da informação e do conhecimento, agregando à discussão aspectos da cultura do acesso e da consolidação das tecnologias da inteligência. Discussões relativas às novas tecnologias, à produção e difusão do saber e do conhecimento, à cultura do acesso e às culturas não-hegemônicas constituiram núcleo importante desse módulo.

Produção do conhecimento etnicorracial As chamadas culturas não hegemônicas partem do entendimento de que saber é poder. Sem um sistema de referências é impossível construir conhecimento que dê visibilidade à riqueza cultural e contribuição epistemológica de grupos historicamente discriminados. A produção sobre o negro no Brasil e no mundo alcança estatuto enciclopédico e demanda divulgação sobre os temas explorados por pesquisadores de diferentes áreas de investigação. Esse módulo visa a apresentar o rico mosaico dos estudos acerca das relações raciais, apresentando um guia de exploração em diversos campos do conhecimento capaz de reorientar a prática cotidiana do bibliotecário.

Biblioteca inclusiva A construção e divulgação do saber supõe acesso livre às informações processadas pelo patrimônio humano. Pensar na construção de novos operadores teórico-metodológicos no campo das relações raciais requer a consolidação de um acervo capaz de abrigar documentos relacionados à História da África, afro-brasileira e o percurso diaspórico do negro no mundo. Uma biblioteca que se quer inclusiva deverá espelhar, o quanto possível, o acúmulo da produção das várias culturas onde está inserida. O desafio deste módulo é, assim, apresentar ferramentas e orientações para que as bibliotecas contemplem os saberes das tradições teóricas e culturais pouco conhecidas, à luz do problema do acesso ao legado africano.

Experiências a serem construídas Este módulo será uma construção coletiva de algumas possibilidades voltadas para a promoção da diversidade no espaço educacional. Assim, priorizará trabalhos destinados a pensar em experiências no campo da biblioteca infanto-juvenil e biblioteca escolar (ambas devem estar pautadas na temática afro-brasileira). Sugestão de videoconferência com a Cida Moura: Sociedade da informação e o patrimônio do negro

Arte e Cultura Atividades realizadas: Projetos de arte-educação nas escolas municipais e estaduais (atendemos 8 escolas, com ações destinadas a valorizar e divulgar a cultura africana e afro-brasileira); Exposição na sede no NEAA (de maio a junho de 2011); Apoio logístico à Mostra Afro-Brasileira, um empreendimento do artista plástico Agenor Evangelista; Oficinas de bonecas voltadas para crianças e adolescentes. Atendemos 150 crianças; Comemoração do “Dia da África”, com a participação do professor doutor Acácio Almeida, coordenador da Casa das Áfricas – SP, no dia 27 de maio de 2011; Comemoração do “Dia Nacional da Consciência Negra”, que em 2010 marcou o primeiro ano de feriado em Londrina. Para esta efeméride, realizamos um conjunto de atividades: Mostra de cinema nas comunidades. A abertura da referida Mostra foi feita pelo cineasta premiado Jefferson De; Conferência na Câmara Municipal com a procuradora federal Dora Lúcia Bertulio; Debates sobre políticas de ação afirmativa no auditório maior do Centro de Ciências Humanas (CCH/UEL); Apresentação dos projetos do NEAA no calçadão;

Pesquisa e Documentação Revista Nguzu Série Nossos saberes, nossos conhecimentos Estatuto da Igualdade Racial comentado Revista Nguzu – a revista científica do NEAA está em fase final de diagramação com artigos de pesquisadores da UEL, de Londrina e de todo o território nacional. A previsão é que seja lançada no aniversário do NEAA, em 25 de agosto de 2011. Série Nossos Saberes, Nossos Conhecimentos – o NEAA deu início à produção de um selo chamado “Nossos saberes, nossos conhecimentos”. Nessa fase, conseguiu sistematizar três livros que já estão prontos e que falta um canal de impressão. O financiamento para esses livros foi feito pela Fundação Ford;

Comunicação Programa de rádio “Festejando a cor” Curso mídia e advocacy Assessoria de imprensa NEAA fechado para balanço Programa de Rádio “Festejando a cor”- no ar desde 26 de abril, o programa de rádio “Festejando a cor” vem tematizando temas ligados à diáspora africana, política educacional, cultura, conhecimento e política afro-brasileira. Em formato descontraído, vem tendo audiência cada vez mais expressiva. O programa tem periodicidade quinzenal; Visibilidade das ações do NEAA – assessoria de imprensa e apoio da ACOM – uma das preocupações do NEAA é dar publicidade as suas ações, destacando o papel da Universidade Estadual de Londrina no seu importante papel de fomentadora de cultura e produtora de conhecimento. Desse modo, o trabalho de comunicações visou, estrategicamente, cobertura dos eventos, projetos e ações do Núcleo, inserindo-os globalmente na política acadêmica da UEL.

Curso de mídia e advocacy - A noção de advocacy aponta para uma ação coletiva, política, pública e embasada em valores e racionalidades. O termo inglês ainda não conquistou uma tradução própria na língua portuguesa. Diz respeito a uma ação de Advocacia e Defesa em um sentido público, e não em um sentido privado e comercial. Um sentido público, no entanto, que emerge no âmbito da sociedade civil organizada e não do Estado. Advocacy refere-se a ações voltadas para o Legislativo, Executivo e Judiciário. Para além do Estado, o termo Advocacy pode referir-se também a ações voltadas para a sociedade, a exemplo da Advocacy junto à mídia, como é o caso deste Curso. Advocacy é, constitutivamente, uma ação estratégica que visa realizar/contribuir para mudanças nas instituições, nas relações e práticas sociais, as quais demandam e produzem mudanças de valores e de mentalidades. Nesse sentido, considera-se que legislação e políticas públicas constituem vias privilegiadas de mudanças, as quais, nas sociedades democráticas, são cada vez mais compartilhadas com os movimentos sociais e as organizações não-governamentais.

Objetivos -Qualificar a fala pública de gestores(as), ativistas dos movimentos negros, estudantes dos cursos de Comunicação e de Direito, educadores(as) envolvidos(as) com as discussões alusivas ao trabalho de intervenção social;

-Apontar a mídia como agente importante para a produção de discursos que expressem a pluralidade e as tensões sociais; -Destacar a performance comunicativa como fundamental no processo de discussão pública a respeito de temas de interesse social mais amplo; -Oferecer ferramentais, oriundos do campo da comunicação (oratória, técnicas de falar em público) e da política, que sejam capazes de qualificar o trabalho social de agentes envolvidos com a transposição das assimetrias racial e de gênero; -Facilitar o trabalho em parcerias, a constituição de alianças de modo que os esforços combinados em torno de uma situação problema sejam mais eficazes; -Apresentar as posições discursivas em torno de questões polêmicas, a exemplo das políticas de cotas e do Estatuto da Igualdade Racial;

Metodologia O curso foi realizado de forma dialógica e interativa, apoiado em textos, sessão de diálogos e exercícios práticos (entrevistas para a TV, oratória). Dividiu-se em quatro etapas que se interligaram: a primeira envolveu discussões conceituais sobre algumas práticas e processos próximos e distanciados da ação de advocacy; as três subsequentes apresentaram um caráter mais político e uma dimensão aplicativa, com o intuito de subsidiar o planejamento e o exercício da ação política destinada para o trabalho de intervenção social nos problemas diretamente relacionados à discriminação, ao racismo e à exclusão social.

Articulação comunitária Promotoras Legais Populares Parcerias com FOJUNE Assento em conselhos

Este projeto, uma realização do Núcleo de Estudos Afro-Asiáticos (NEAA) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) em parceria com a Secretaria Municipal da Mulher e com o Fórum de Entidades Negras (FENEL), tem por objetivo implementar a iniciativa Promotoras Legais Populares (PLPs) com incidência nas comunidades carentes de Londrina. Visa esclarecer mulheres a respeito do tópico dos direitos humanos como forma de torná-las agentes de transformação importante no dia a dia das comunidades em que vivem. Uma vez que o Núcleo de Estudos Afro-Asiáticos (NEAA) concebe a educação em sentido amplo, procurando oferecer aos(as) seus(as) beneficiários(as) possibilidades de formação e construção da cidadania calcada nos princípios dos Direitos Humanos, consideramos que a implantação deste novo projeto na área de Educação do Direito abre novas perspectivas para o crescimento e a inclusão social de segmentos historicamente excluídos.

Por que um curso de Educação para o direito voltado só para mulheres? As mulheres são reconhecidas historicamente pelo papel central na construção da paz, nos processos de negociação em regiões de conflito. A ONU reconheceu tal tendência publicamente através da Resolução 1325 do Conselho de Segurança e por outras organizações e governos. Desde a criação do Prêmio Nobel, em 1901, apenas 11 mulheres ganharam o Nobel da Paz. Um número assustadoramente pequeno se olharmos as iniciativas femininas em nome do fim dos conflitos, do respeito aos Direitos Humanos, do desarmamento, da proteção à vida.

Objetivos -Criar nas mulheres uma consciência a respeito de seus direitos como pessoas e como mulheres de modo a transformá-las em sujeitos de direito; -Desenvolver uma consciência crítica a respeito da legislação existente e dos mecanismos disponíveis para aplicá-la de maneira a combater a exclusão social e racial; -Promover um processo de democratização do conhecimento jurídico e legal; -Capacitar para o reconhecimento de direitos juridicamente assegurados, situações em que ocorram violações e dos mecanismos jurídicos de reparação; -Criar condições para que as participantes possam orientar outras mulheres em defesa de seus direitos; -Estimular as participantes para que multipliquem os conhecimentos conjuntamente produzidos, nos movimentos e comunidades em que atuam; -Possibilitar aos(as) educadores(as) que reflitam o ensino do direito sob uma perspectiva de uma educação popular transformadora. Capacitar as participantes para que atuem na promoção e defesa de seus direitos junto ao Executivo, propondo e fiscalizando políticas públicas voltadas para equidade social;

Metodologia Educar, Educando e sendo Educado (a) O trabalho educativo parte da ideia de que o processo de desenvolvimento do curso deve consolidar e fortalecer os grupos de mulheres autônomas ou de associações comunitárias, forjar uma opinião pública, traduzir em ações concretas os caminhos para que as mulheres sejam protagonistas de suas ações e da história. Visa também efetivar os direitos das mulheres, muitos deles já transformados em lei, mas que não foram implantados. A capacitação não só deve transmitir conhecimentos teóricos e práticos sobre as leis, o direito e o aparato da justiça como também desenvolver uma consciência crítica dos conteúdos reacionários que não encaminham para uma educação libertadora. Daí a necessidade de que o processo educacional se desenvolva de modo a interferir nos conhecimentos e atitudes de todas e todos participantes, sejam cursistas, professoras e professores. É preciso também garantir a transmissão e a aquisição de conhecimentos incorporando nova concepção das desigualdades de sociais e do Direito.

Público-alvo Mulheres das comunidades de Londrina e arredores com idade entre 18 e 65 anos, ensino fundamental completo (1ª a 8ª série) que sejam lideranças em suas comunidades ou que manifestarem o desejo de exercerem o papel de agentes multiplicadoras.



Biblioteca Lélia Gonzalez Levando em conta o imperativo da sociedade da informação e a cultura do acesso tão em voga na sociedade contemporânea, o NEAA implantou no ano de 2009 a Biblioteca “Lélia Gonzalez” com enfoque na cultura afro-brasileira. O acervo recobre áreas diversas: literaturas nacional e estrangeira, literatura infantil, antropologia, sociologia, religião, comunicação e artes, educação, geografia, história, entre outros. Este espaço vem servindo de suporte para as atividades pedagógicas do NEAA, para os pesquisadores(as) associados(as) e para a comunidade interna e externa. Visa organizar e preservar a memória do Núcleo, bem como sistematizar a produção intelectual dos docentes e colaboradores vinculados ao tema dos estudos afro-brasileiros.

Áreas de atuação

1 Educação Investe na formação de sujeitos críticos (pesquisadores(as) estudantes, gestores(as) públicos, docentes, educadores(as) sociais, ativistas) envolvidos na construção da democracia e no combate ao racismo e qualquer forma de discriminação. Visa a oferecer, também, subsídios teóricos e metodológicos para o cumprimento de programas e políticas que façam da escola e outros espaços formativos lugares de diálogo, construção coletiva do conhecimento e vivência da cidadania. Além disso, essa área produz materiais e instrumentos didático-pedagógicos para a implementação da Lei 10.639/03, baseados em princípios de equidade e respeito às diferenças étnicas.

2 Ações Afirmativas Mobiliza diversos atores sociais no aprofundamento das discussões sobre o impacto do racismo na educação, com o propósito de buscar soluções para as distorções e desigualdades que afetam negros e mulheres, notadamente no campo educacional e no mundo do trabalho. A Universidade é um dos principais portais de entrada para o exercício do direito à Educação por meio de medidas inclusivas que garantam a igualdade de oportunidades. As políticas de cotas da UEL integram um conjunto abrangente de ações afirmativas que a instituição vem empreendendo.

3 Arte e Cultura A partir de uma concepção abrangente, essa área destina-se a promover e difundir culturas não-hegemônicas, incentivando uma política cultural que tome as manifestações negras como matrizes fundantes da sociedade brasileira e do Estado do Paraná. A presença do negro em formas culturais como a literatura, a música, a dança, as artes plásticas e outras modalidades é resgatada por meio de estudos e pesquisas na cidade de Londrina, tendo em vista a visibilização dos sujeitos que as produzem, num exercício de justo reconhecimento das pessoas que contribuíram decisivamente para a riqueza cultural da cidade a partir da herança afro-diaspórica. O apoio à Mostra Afro-Brasileira de Artes, realizada anualmente de novembro a dezembro e as comemorações em torno do “Dia da África” integram as ações dessa área.

4 Pesquisa e Documentação Desdobra-se a partir de uma dupla face ou dois trajetos convergentes: constrói conhecimento por meio da formação, intervenção, reflexão, pesquisas e estudos realizados pelo Núcleo, partindo da compreensão de que a produção do saber é imperativo para sujeitos políticos que queiram transformar a realidade em que vivem. Por outro lado, busca disseminar saberes e conhecimentos que não foram gestados na/pela Academia, produzidos por sujeitos sociais legítimos (ativistas, autoridades religiosas, professores(as) de escolas e outros agentes) que vêm contribuindo para adensar o debate sobre a história do negro e de outros grupos historicamente discriminados a partir de diversas perspectivas.

5 Comunicação A comunicação integrada procura construir e dar visibilidade às informações do NEAA e àquelas relacionadas com a dinâmica das relações raciais como forma de estabelecer vínculos, em diversos âmbitos, com a sociedade, visando o fortalecimento político de uma gestão comunicativa articulada com todas as ações do Núcleo. Será de responsabilidade desta área desenvolver produtos jornalísticos, projetos na área de educomunicação, peças publicitárias, programas radiofônicos e materiais audiovisuais. O programa de rádio “Festejando a cor”, inserção de notícias nos canais de comunicação da UEL e de outras instituições, realização de cursos destinados às mídias e tecnologias fazem parte do setor de Comunicação.

6 Articulação Comunitária Constitui-se num elo importante entre o NEAA e a sociedade. Terá como princípio ordenador parcerias com instituições e sujeitos sociais que desenvolvam trabalhos de consertação social voltados para a superação do racismo e formas de intolerância correlatas a partir das demandas mais urgentes relacionadas à promoção da diversidade e da igualdade racial. O projeto “Promotoras Legais Populares” , assentos em conselhos e fóruns são projetos e ações circunscritos a essa área.

Coordenações anteriores

Histórico

longo de seus 26 anos o NEAA vem servindo à comunidade por meio de um conjunto de ações: seminários nacionais e internacionais, a exemplo do SEDER, formação de professores(as) (mais de 5 mil), encontro de estudantes, produção de materiais didáticos (livros, CDs, apostilas), simpósios, sustentação das políticas de cotas para estudantes negros e carentes, participação em eventos relacionados ao tópico racial e à diversidade. Neste ano de 2011, “Ano Internacional do Afrodescendente”, instituído pelas Nações Unidas, o NEAA está com menu de atividades circunscrito as suas áreas de atuação empenhado em desenvolver sua missão.

Catálogo dos Núcleos de Estudos Afrobrasileiros - NEABS
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